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Ideias de Negociações e Análises Técnicas Dos Melhores Traders

发布时间:2026-09-10 | 浏览:1
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Pesquisar PT Começar Todas as ideias Todas as ideias Somente vídeos Mais recentes Mais populares O XAUUSD continua bearish no H1. O preço continua a negociar abaixo da linha de tendência descendente, e a recuperação mais recente atingiu a zona OB + liquidez 4.407–4.413 sem criar ainda uma mudança clara para uma estrutura bullish. Por enquanto, isto parece mais um reteste dentro da tendência bearish. Se os vendedores continuarem a defender esta área, o preço poderá voltar em direção à zona OB + Flip 4.376–4.383. Um rompimento abaixo deste suporte poderá expor a zona de suporte mais profunda em 4.350–4.356. Para uma recuperação mais forte, o preço terá primeiro de romper o OB atual e a linha de tendência descendente. Acima disso, a liquidez em torno de 4.422–4.424 torna-se o próximo nível a observar, seguida pela zona de rejeição 4.436–4.442. Níveis Importantes 4.436–4.442 — Rejeição principal 4.422–4.424 — Liquidez 4.407–4.413 — OB + liquidez / resistência principal 4.376–4.383 — OB + Flip 4.350–4.356 — Suporte principal O Meu Plano Principal O cenário principal continua bearish. Prefiro esperar por uma nova reação em torno de 4.407–4.413. Se os vendedores defenderem esta zona e surgir uma confirmação bearish, o ouro poderá primeiro regressar em direção a 4.376–4.383. Um rompimento claro abaixo desta área poderá prolongar o movimento em direção a 4.350–4.356. O Que Quero Ver Quero ver o preço permanecer abaixo da linha de tendência descendente e falhar em manter-se acima de 4.413. Um breakout sustentado no H1 acima da linha de tendência e de 4.424 enfraqueceria o setup bearish imediato e poderia permitir uma recuperação mais profunda em direção a 4.436–4.442. Leitura Final A estrutura H1 continua a favorecer os vendedores. O ouro está a recuperar, mas o rebound atual está a testar resistência em vez de confirmar uma nova tendência bullish. Por enquanto, prefiro vender o rebound com confirmação, mantendo 4.376–4.383 e 4.350–4.356 como as principais zonas descendentes. Também posso acompanhar a reação ao PPI/CPI e sinalizar caso o viés do ouro mude. Viés de baixa por Audrey_Quinn Atualizado 8 Morning Call- 10/09/2026 - IPP dos EUA e Decisão de Juros do BCE Agenda de Indicadores: 9:00 – BRA – Crescimento do Setor de Serviços (Julho) 9:15 – UE – Decisão de Taxa de Juros do BCE 9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP) (Agosto) 9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego 11:00 – USA – Vendas de Casas (Agosto) 12:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta (3º Trimestre) 13:00 – USA – Estoques de Petróleo Bruto do DoE 14:00 – USA – Leilão de T-Bond de 30 anos Agenda de Autoridades: 9:45 – UE – Coletiva de Imprensa com a presidente do BCE, Christine Lagarde Brasil Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLV2026 Estados Unidos Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta quinta-feira, com os traders evitando grandes posições antes do primeiro grande teste de inflação da semana nos Estados Unidos. O Índice de Preços ao Produtor (IPP), previsto para as 9h30 no horário de Brasília, ganha importância em um momento de crescente preocupação com os efeitos do petróleo acima de US$ 100 sobre a inflação. Embora tradicionalmente tenha menor impacto que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que será divulgado na sexta-feira, uma aceleração dos custos de produção poderia reforçar a percepção de que as pressões inflacionárias estão se espalhando pela economia. O pano de fundo continua sendo a guerra no Oriente Médio. A intensificação do conflito levou o petróleo para acima de US$ 100 por barril pela primeira vez desde julho, aumentando a incerteza sobre a trajetória dos preços e fortalecendo as apostas de que o Federal Reserve poderá elevar novamente os juros na próxima semana. Segundo a ferramenta CME FedWatch, os traders atribuem atualmente 62,2% de probabilidade a uma alta dos juros ainda neste mês. Para Jeff Buchbinder, estrategista-chefe de ações da LPL Financial, novos aumentos podem provocar episódios de volatilidade, mas não representam necessariamente o fim da tendência positiva das bolsas. Historicamente, ações conseguem avançar mesmo durante ciclos de alta dos juros quando o crescimento econômico permanece sólido e os riscos de recessão são limitados. Além da inflação, Wall Street acompanha com atenção o mercado de títulos. O rendimento do Treasury de 10 anos alcançou 4,85%, maior nível desde 2023, mantendo pressão sobre as avaliações das ações e elevando o custo de financiamento da economia. O movimento ocorre mesmo depois de o Tesouro americano anunciar que poderá recomprar até US$ 6 bilhões em títulos de longo prazo, em uma tentativa de melhorar as condições do mercado e aliviar parte da pressão sobre os rendimentos. A reação limitada reforçou as dúvidas sobre a capacidade do secretário do Tesouro, Scott Bessent, de influenciar de maneira significativa a parte longa da curva. Estrategistas do ING avaliam que os primeiros sinais indicam que controlar os juros de longo prazo poderá ser mais difícil do que o governo esperava. Kyle Rodda, analista sênior da Capital.com, argumenta que uma queda sustentada dos rendimentos dependeria de mudanças mais profundas no cenário macroeconômico, seja por meio de menor expansão fiscal ou de uma política monetária mais restritiva por parte do Fed. Esse movimento é particularmente relevante para Wall Street porque Treasuries oferecendo retornos mais elevados aumentam a concorrência por capital e reduzem a atratividade relativa das ações. No pré-mercado, Apple avança 1,2%, um dia depois de apresentar o Duo, seu novo iPhone dobrável de US$ 1.999. Meta sobe 0,8%, prolongando o movimento após registrar na sessão anterior seu melhor desempenho em mais de dois meses. Europa Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção definida nesta quinta-feira, com os traders evitando grandes posições antes da decisão de juros do Banco Central Europeu. A expectativa predominante é de uma alta de 25 pontos-base, levando a taxa de 2,25% para 2,50%. Com o movimento praticamente precificado, a atenção estará concentrada na coletiva da presidente Christine Lagarde e em qualquer sinalização sobre a necessidade de novos aumentos diante da recente escalada dos preços de energia. As bolsas europeias chegam à decisão após uma forte onda de vendas. O STOXX 600 caiu 1,4% na quarta-feira, registrando seu pior desempenho em dois meses, depois que o petróleo Brent rompeu a barreira de US$ 100 por barril pela primeira vez desde julho. As empresas do setor energético avançam cerca de 0,3%, destoando do comportamento mais cauteloso do restante do mercado. Especial: Decisão de Juros do BCE O Banco Central Europeu deve elevar os juros em 25 pontos-base nesta quinta-feira, levando a taxa de 2,25% para 2,50%, na segunda alta do ano. A decisão está amplamente precificada e, por isso, o foco dos mercados estará menos no movimento de hoje e mais na sinalização de Christine Lagarde sobre até onde o BCE poderá avançar diante de um novo choque de energia. O cenário mudou rapidamente desde o final de agosto. A retomada dos ataques entre Estados Unidos e Irã encerrou um mês de relativa calmaria no Oriente Médio e voltou a atingir alvos militares, navais e, principalmente, energéticos. Com o petróleo novamente acima de US$ 100 por barril e o gás europeu também em forte alta, a inflação voltou ao centro das preocupações. Para a zona do euro, altamente dependente da importação de energia, o risco é particularmente relevante. Quanto mais prolongada for a guerra e as interrupções no fornecimento, maior a possibilidade de que o choque energético se espalhe para outros preços e atrase o retorno da inflação à meta de 2%. Alessia Berardi, chefe de macroeconomia global do Amundi Investment Institute, considera a alta de setembro praticamente certa e avalia que a inflação deverá permanecer elevada nos próximos meses, antes de apresentar uma desaceleração mais consistente no segundo semestre de 2027. A alta de hoje está precificada. E depois? Os mercados financeiros já precificam mais uma alta dos juros ainda neste ano e enxergam espaço para outros um ou dois aumentos em 2027. Entre os economistas, o cenário é mais dividido: muitos ainda consideram que o movimento de hoje poderá ser o último por algum tempo, embora o risco de novas altas tenha aumentado com a recente disparada da energia. A expectativa, portanto, é de que Lagarde evite se comprometer com uma trajetória específica e mantenha as próximas decisões dependentes dos dados. Martin Wolburg, economista sênior da Generali Investments, espera uma postura cautelosa da presidente do BCE, mas com a porta claramente aberta para um aperto adicional caso as perspectivas de inflação voltem a se deteriorar. Economia mais forte dá espaço para subir os juros O BCE chega à reunião com uma vantagem importante: a economia da zona do euro tem demonstrado maior resistência do que o esperado. Mesmo diante da energia mais cara, da concorrência chinesa e dos impactos das secas, a atividade econômica continua relativamente resiliente. O crédito bancário acelerou em julho, indicando que a alta dos juros realizada em junho ainda não provocou uma desaceleração significativa da concessão de crédito. Isso dá ao BCE maior liberdade para combater a inflação sem o risco imediato de provocar uma recessão. A autoridade monetária deverá, inclusive, revisar para cima suas projeções de crescimento para este ano e possivelmente para 2027. O problema é que uma economia mais resistente também pode tornar a inflação mais persistente. Com a inflação cheia ainda acima de 3%, crescimento mais forte e energia novamente em alta, o retorno à meta de 2% pode demorar mais do que o BCE projetava há apenas alguns meses. O petróleo preocupa, mas o gás pode ser ainda mais importante O Barclays chama atenção para a forte valorização do gás europeu nas últimas semanas, que já coloca os preços entre os cenários adverso e severo considerados pelo banco. O impacto do gás merece atenção porque sua transmissão para a economia tende a ocorrer de maneira mais lenta, mas também pode ser mais persistente. Custos elevados de eletricidade e produção podem atingir a indústria e, posteriormente, contaminar os preços de outros bens e serviços. O risco para o BCE, portanto, não está simplesmente em uma alta temporária da inflação cheia. O verdadeiro problema surgiria caso o choque energético começasse a contaminar a inflação subjacente, os salários e as expectativas dos consumidores. A inflação subjacente, que exclui alimentos e energia, desacelerou para 2,4% no último mês. As expectativas de inflação dos consumidores recuaram e os salários também mostram sinais de moderação. Andrew Kenningham, da Capital Economics, avalia que o choque atual dificilmente provocará uma espiral entre preços e salários semelhante à observada em 2022. A demanda hoje é menos aquecida e oferece menor espaço para que as empresas repassem integralmente seus custos aos consumidores. Carsten Brzeski, economista-chefe global do ING, observa que empresas alemãs vêm absorvendo parte relevante do aumento dos custos, comportamento muito diferente daquele observado após a invasão da Ucrânia pela Rússia, quando o choque energético ajudou a levar a inflação europeia para acima de 10%. Essa diferença será fundamental para o BCE. Se o choque permanecer concentrado em energia, a autoridade monetária poderá tolerar temporariamente uma inflação cheia mais elevada. Se houver disseminação para outros componentes, a necessidade de novas altas aumentará consideravelmente. Existe ainda outro motivo para o BCE agir com cautela após a reunião de hoje: as condições financeiras já se tornaram significativamente mais restritivas. Os rendimentos dos títulos europeus de longo prazo atingiram níveis não observados desde antes da crise financeira global, pressionados pelas preocupações com inflação e pelo crescimento da dívida pública. O aumento da oferta global de títulos também contribui para esse movimento. Grandes empresas de tecnologia estão recorrendo agressivamente ao mercado de dívida para financiar investimentos relacionados à inteligência artificial, aumentando a competição por capital. Na Alemanha, a turbulência política adicionou mais pressão sobre os rendimentos. Na prática, juros de mercado mais elevados encarecem financiamentos para empresas, famílias e governos e acabam realizando parte do aperto monetário que, em outras circunstâncias, precisaria ser feito pelo próprio BCE. O que realmente importa hoje? Com uma alta de 25 pontos-base praticamente contratada, a reação dos mercados deverá depender principalmente de três elementos: as novas projeções de inflação, a avaliação de Lagarde sobre o choque energético e qualquer sinalização sobre a necessidade de novas altas dos juros. Se o BCE demonstrar maior preocupação com a persistência da inflação e com a transmissão do petróleo e do gás para outros preços, o mercado poderá reforçar as apostas em um ciclo mais prolongado de aperto monetário. Se Lagarde enfatizar a desaceleração da inflação subjacente, dos salários e das expectativas, a leitura poderá ser de que 2,50% representa um nível suficientemente restritivo para que o banco central faça uma pausa e observe os próximos dados. Além da política monetária, Lagarde poderá ser questionada durante a coletiva sobre seu futuro à frente da instituição. Seu mandato como presidente do BCE termina em 31 de outubro de 2027. A decisão de hoje, portanto, não é apenas sobre levar os juros a 2,50%. O verdadeiro debate é se o novo choque de energia obrigará o BCE a transformar uma alta que poderia encerrar o ciclo em mais uma etapa de um aperto monetário ainda mais longo. por Juniorwuttke 4 Morning Call - 09/09/2026 - Especial Guerra no Oriente Médio Agenda de Indicadores: 9:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP **12:00 – EUA – Tesouro anuncia o volume máximo planejado para a operação de recompra de títulos de longo prazo – com potencial impacto sobre os rendimentos dos Treasuries e a curva de juros americana. 13:00 – USA – Perspectiva Energética de Curto Prazo 14:00 – USA – Leilão de T-Note de 10 anos 17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API Agenda de Corporativa: 14:00 – USA – Apple realiza seu tradicional evento anual de lançamento de produtos, com destaque para a nova geração do iPhone e expectativa para a apresentação do primeiro modelo dobrável da companhia, uma das maiores mudanças no design do smartphone em anos. Brasil Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLV2026 O trade eleitoral continuará no radar dos mercados nos próximos dias, com uma nova sequência de pesquisas podendo provocar ajustes na precificação dos ativos brasileiros. A AtlasIntel divulga amanhã um novo levantamento nacional, acompanhado de pesquisas estaduais, enquanto Datafolha e Veritá apresentam novas rodadas na sexta-feira. Estados Unidos Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em baixa nesta quarta-feira, depois que o petróleo Brent ultrapassou US$ 100 por barril pela primeira vez desde julho. A escalada do conflito no Oriente Médio aumenta os riscos inflacionários e mantém os traders cautelosos antes dos principais indicadores de preços dos Estados Unidos. A guerra entre Estados Unidos e Irã, que entra em seu sétimo mês, voltou a ocupar o centro das atenções diante do risco crescente de expansão do conflito pela região. Para Wall Street, a principal preocupação continua sendo o impacto sobre o petróleo e, consequentemente, sobre a trajetória da inflação americana. A disparada da energia ocorre em um momento particularmente delicado para o Federal Reserve. O presidente Kevin Warsh tem reforçado o controle da inflação como prioridade da autoridade monetária, enquanto o mercado permanece dividido sobre a necessidade de uma nova alta dos juros já na próxima semana. Segundo a ferramenta CME FedWatch, os traders atribuem atualmente 60,4% de probabilidade a um aumento de 25 pontos-base na reunião de setembro. Para estrategistas do Morgan Stanley liderados por Mike Wilson, a combinação entre petróleo e juros mais elevados representa o principal risco de curto prazo para as ações americanas. O banco também destaca que a redução significativa das reservas estratégicas limita a capacidade de utilizar novos estoques públicos para amortecer uma eventual escalada dos preços da commodity. Apesar do ambiente de maior aversão ao risco, as empresas de tecnologia apresentam maior resistência. O tema da inteligência artificial continua atraindo recursos e ajuda a compensar parte das preocupações macroeconômicas. No pré-mercado, Qualcomm, Arm Holdings e Nvidia avançam entre 0,2% e 1,7%, mantendo as fabricantes de semicondutores entre as poucas áreas de força da sessão. Outro ponto importante estará no mercado de títulos. O Tesouro americano deve anunciar ainda nesta quarta-feira os detalhes de seu programa de recompra, semanas depois de indicar que ampliaria as aquisições de títulos de longo prazo para ajudar a conter a pressão sobre os rendimentos. Analistas do JPMorgan destacam que os traders buscarão principalmente informações sobre o volume das compras. Uma reação significativa nos Treasuries poderá se transmitir rapidamente para Wall Street, já que rendimentos elevados aumentam a atratividade dos títulos considerados livres de risco e reduzem o prêmio relativo oferecido pelas ações. Ainda assim, o principal teste para as expectativas de juros virá dos dados de inflação. O Índice de Preços ao Produtor (IPP) será divulgado na quinta-feira, seguido pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na sexta-feira. Guerra EUA e Irã A guerra entre Estados Unidos e Irã voltou a escalar após cerca de um mês de relativa calmaria, com uma sequência de ataques envolvendo petroleiros, bases militares e rotas estratégicas de energia. O conflito começa a se espalhar para outros países da região e já provoca uma forte redução no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Na terça-feira, os Estados Unidos afirmaram ter destruído cinco petroleiros iranianos. Segundo o Comando Central das Forças Armadas dos EUA, a operação foi uma resposta a duas tentativas iranianas de atingir um navio de guerra americano com mísseis balísticos nos dois dias anteriores. Nenhum militar americano ficou ferido. O secretário de Estado Marco Rubio adotou um tom duro e afirmou que novas tentativas de atacar embarcações da Marinha americana serão respondidas com a destruição de mais petroleiros iranianos. A resposta de Teerã veio pouco depois. A Guarda Revolucionária Islâmica afirmou ter lançado mísseis balísticos contra uma base utilizada pelas forças americanas próxima a Al Azraq, na Jordânia. O Irã alegou ter provocado grandes danos, mas o governo jordaniano informou que suas defesas aéreas interceptaram 18 dos 20 mísseis lançados. Os outros dois caíram em áreas desabitadas e não houve registro de vítimas. Autoridades americanas também afirmaram que todas as tropas foram contabilizadas e que o ataque não causou danos relevantes. Em nova escalada, a Guarda Revolucionária afirmou nesta quarta-feira ter atacado 10 navios — duas embarcações americanas e oito petroleiros — que tentavam atravessar uma área classificada pelo Irã como “proibida e insegura”. Teerã também ameaçou petroleiros localizados em portos do Kuwait e do Bahrein. Além disso, um navio-tanque de gás natural liquefeito foi danificado no porto de Khor Fakkan, nos Emirados Árabes Unidos. Na semana anterior à retomada dos combates, em 30 de agosto, aproximadamente 8 a 9 milhões de barris de petróleo por dia atravessavam o estreito. Nos últimos dias, esse fluxo caiu para menos de 2 milhões de barris por dia. Isso representa uma redução superior a 75% em relação ao volume observado antes da nova escalada. Outra frente de preocupação surgiu na terça-feira, quando os houthis lançaram uma ampla ofensiva contra a Arábia Saudita. Os ataques deixaram 73 pessoas feridas e provocaram incêndios em instalações petrolíferas. O grupo, apoiado por Teerã e que controla grande parte das áreas povoadas do Iêmen, afirmou ter utilizado drones e mísseis contra uma base aérea saudita em Khamis Mushait e contra instalações de energia nas cidades de Abha, Najran e Jazan. Os houthis já vinham utilizando sua posição no Iêmen para interromper periodicamente a navegação na entrada do Mar Vermelho. Agora, os ataques contra território saudita acrescentam uma nova frente de risco para a infraestrutura energética da região. Europa Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — registram forte baixa nesta quarta-feira, depois que o petróleo Brent rompeu a importante barreira de US$ 100 por barril. A escalada do conflito no Oriente Médio aumenta os riscos para o fornecimento global de energia e reforça as preocupações com uma nova pressão sobre a inflação. O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 recua 1,2%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 cai 0,8%, em uma sessão marcada pela redução do apetite por ativos de risco. As tensões aumentaram depois que forças Houthi, apoiadas pelo Irã, lançaram ataques contra diversas cidades da Arábia Saudita, ampliando o envolvimento de um dos principais aliados dos Estados Unidos na região e elevando o risco de uma expansão do conflito. A reação mais imediata ocorre no mercado de energia. O Brent ultrapassou US$ 100 por barril pela primeira vez desde 24 de julho, enquanto as ações das empresas europeias do setor avançam cerca de 0,6%, destoando das perdas generalizadas nas bolsas. Para a Europa, o choque representa um risco particularmente importante. A elevada dependência de energia importada faz com que o petróleo mais caro seja rapidamente transmitido para os custos das empresas e consumidores, podendo simultaneamente pressionar a inflação e enfraquecer a atividade econômica. O movimento ocorre justamente às vésperas da decisão do Banco Central Europeu. Os traders consideram amplamente esperada uma nova alta dos juros nesta quinta-feira, mas a disparada recente do petróleo aumenta a incerteza sobre quanto tempo a política monetária precisará permanecer restritiva. Além da decisão do BCE, os mercados acompanharão os indicadores de inflação dos Estados Unidos ainda nesta semana, que serão importantes para definir as expectativas para a próxima reunião do Federal Reserve. Na Europa, os dados de inflação da Alemanha, também previstos para quinta-feira, ganham importância adicional. Além de oferecerem novas pistas sobre as pressões de preços na maior economia da região, os números serão divulgados em um momento no qual o novo choque de energia ameaça dificultar ainda mais o processo de desinflação. Entre as empresas, a Fortum lidera os ganhos do STOXX 600, com alta de 9,6%, após o grupo energético finlandês fechar um contrato de fornecimento de energia de longo prazo com o Google. O acordo está relacionado aos planos da gigante de tecnologia de investir pelo menos US$ 15,1 bilhões em infraestrutura de inteligência artificial na Finlândia ao longo dos próximos dois anos. por Juniorwuttke 6 DIRR3 | Direcional não é Bolha mas é Eleitoral Direcional é uma construtora focada em empreendimentos populares. A depender do resultado das Eleições 2026, o papel pode voltar a ser protagonista ou ficar no banco de reservas por um bom tempo. Otimista: Ótimo rally até o momento (2023-2026). Próximo alvo R$29.81 Pessimista: R$8.67 a R$5.54 (vwap) são as atuais faixas de "desconto" / alvo e queda. Viés de alta por BrunoMazzoni 1 MNTK Testando rompimento de um belo canal de baixa. A análise de hoje é de MNTK, Montauk Renewables. A companhia atua no setor de energia renovável, com foco principalmente na recuperação e conversão de biogás em gás natural renovável, RNG, e geração de energia elétrica renovável. Pelo gráfico semanal, o ativo se movimenta dentro de um canal de baixa iniciado em 2022, com pelo menos quatro contatos na linha superior e cinco na inferior. Nesta semana, ainda em formação, o preço está testando o rompimento da parte superior desse canal, mas encontrou pela frente uma região de resistência próxima dos US$2,56. Um ponto que chama atenção é o volume. O candle anterior, que já avançou para fora do canal, apresentou aumento de volume. O candle atual, porém, ainda tem alguns pregões pela frente, então é cedo para avaliar seu volume semanal. Agora, fico de olho principalmente na região dos US$2,56 e, baixando para o gráfico diário, na movimentação do preço e do volume para observar se esse rompimento ganhará confirmação ou se a resistência prevalecerá. O gráfico é o protagonista desta análise, e é ele que vamos acompanhar. Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir. por InvestAnaliseBR 3 A Rejeição da Trendline Mantém o Viés Bearish Análise Fundamental O ouro continua sendo sustentado pela demanda por ativos de refúgio à medida que as tensões no Oriente Médio se intensificam, mas o Brent acima de US$ 100 está aumentando as preocupações com a inflação. Os mercados agora estão focados no PPI dos EUA na quinta-feira e no CPI na sexta-feira, enquanto uma alta dos juros pelo Fed continua sendo precificada como uma possibilidade relevante. Análise Técnica No H1, o ouro permanece abaixo da trendline descendente após o recente CHoCH e BOS, mantendo a estrutura de curto prazo bearish. O preço está agora próximo de 4.410, onde a trendline cria uma resistência imediata. A zona de venda mais forte está localizada em 4.428–4.442 OB + Fibo. O Volume Profile também mostra forte atividade em torno de 4.380–4.410, tornando os repiques para essa região importantes para os vendedores. Níveis-Chave Importantes 4.485–4.495 — BSL / Major Resistance 4.428–4.442 — OB + Fibo / Resistance 4.380–4.395 — POC 4.340–4.355 — Liquidity 4.305–4.320 — SSL Cenário de Trading A prioridade continua sendo buscar vendas enquanto o ouro permanecer abaixo da trendline descendente e da resistência 4.428–4.442. Alvo: primeiro 4.340–4.355, depois 4.305–4.320 SSL. Invalidação: aceitação no H1 acima de 4.442 e da trendline. Visão Geral A estrutura H1 continua bearish. A abordagem mais limpa é aguardar uma rejeição na região de resistência em vez de perseguir o preço para baixo, com a liquidez e o SSL permanecendo como os principais objetivos de baixa. O ouro rejeitará novamente a trendline e fará um sweep em 4.350 como próximo movimento? Viés de baixa por Simon_wave 1 BEEF3 acumulando força para outro movimento? BEEF3 formando uma possível bandeira de alta no diário. O movimento combina uma forte pernada compradora com uma correção curta em canal descendente, mantendo o preço acima da MME9 e da MM21. A confirmação depende do rompimento da região de R$ 4,05 a R$ 4,10, preferencialmente com aumento de volume. A perda dos R$ 3,78 enfraqueceria o padrão. Será uma pausa para continuar subindo ou uma nova rejeição na resistência? Viés de alta por Deguis 2 PANORAMA BITCOIN 08/09 - DE OLHO NO CURTO PRAZO Trago aqui mais um panorama do Bitcoin. Qual é o viés do curto prazo? Veja minha análise, comente e compartilhe! 06:53 por GustavoCorrea1 2 8 EUR/USD — Alvos atingidos, possível reequilíbrio até 1.414 O EUR/USD atingiu os alvos de alta. No gráfico de 30 minutos, agora espero um movimento corretivo em direção à extensão externa de Fibonacci de 1.414, próxima de 1.1609. Antes disso, pode ocorrer um último impulso acima da máxima local, como mostra o gráfico. O ponto principal será observar se o preço consegue se manter acima dela ou retorna ao intervalo. Meu cenário principal é uma queda em direção à zona de interesse (POI) marcada. Se esse cenário se confirmar, pretendo encerrar toda a posição em 1.414. Viés de baixa por Fibonacci_Code 1 Brent supera os 100 dólares em semana decisiva para o BCE e Fed O preço do barril de crude ultrapassou os 100 dólares pela primeira vez desde julho. Os mercados começam a descontar um prolongamento do conflito e um risco crescente de perturbações no abastecimento. Os recentes ataques a petroleiros poderão reduzir as transferências de petróleo entre navios no Golfo de Omã, uma solução que tem sido essencial para manter o crude em circulação e limitar a subida dos preços. Este movimento ganha ainda mais importância numa semana marcada pela decisão do Banco Central Europeu e pela divulgação da inflação norte-americana. O BCE deverá subir amanhã a taxa de depósito em 25 pontos base, para 2,50%, numa decisão já amplamente antecipada. Na sexta-feira, espera-se que o CPI dos Estados Unidos abrande ligeiramente de 3,4% para 3,3%. Uma leitura acima do esperado, combinada com o petróleo acima dos 100 dólares, reforçaria a possibilidade de uma subida dos juros pela Fed na próxima semana e poderia exercer nova pressão sobre as obrigações e os ativos de risco. Henrique Valente – ActivTrades As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing. Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações. Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco. Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso. por ActivTrades 4 BTCUSD |O mercado está distribuindo no topo ou apenas constru... BTCUSD | O mercado está distribuindo no topo ou apenas construindo energia para o próximo movimento? 🚀₿ Depois do forte rompimento que levou o Bitcoin da região dos 64k para 82k, o ativo entrou em uma fase que considero extremamente interessante do ponto de vista técnico. O que mais chama atenção não é a queda recente, mas o comportamento do preço após a explosão. ✅ O que estou observando Forte rompimento da consolidação entre 64k e 67k. Barras de expansão acompanhadas de volume elevado. Preço permanecendo acima da MME9 e MM21. Correção acontecendo sobre uma LTA de curto prazo. Região dos 76k–78k funcionando como suporte. Dois sinais que merecem atenção 👀 Nas regiões destacadas pelas setas, o preço fez: ✅ Topos semelhantes próximos dos 82k–84k ✅ Perda gradual de força no avanço ✅ Stoch RSI caminhando para sobrevenda Isso abre espaço para duas interpretações: Cenário 1 — Distribuição Os compradores perdem força na região dos 84k. A perda da LTA atual aumentaria a chance de correção para: 🎯 74k 🎯 70k Cenário 2 — Consolidação de alta O mercado apenas absorve realização após a forte alta. Nesse caso: ✅ A LTA continua válida ✅ A MM21 segue sustentando os preços ✅ O BTC ganha energia para um novo ataque aos 84k O que me chama mais atenção? O suporte atual está exatamente na região: 📍 76k–78k Enquanto essa faixa permanecer defendida, continuo interpretando o movimento como uma consolidação dentro da recuperação. Níveis importantes 🟢 Suporte: 76k–78k 🟢 Suporte forte: 74k 🔵 Resistência: 82k–84k 🔵 Rompimento acima de 84k pode abrir espaço para novas máximas. Minha leitura Ainda não vejo sinal claro de reversão. O que vejo é um mercado tentando decidir se os 82k–84k serão um topo relevante ou apenas uma pausa após a forte expansão de preço. O comportamento na LTA atual provavelmente definirá o próximo grande movimento do Bitcoin. 📈 Correção saudável ou início de distribuição? Estudo educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda. 🎯 por Deguis 2 XRP/USDT: A Anatomia da Correção - Buscando a Zona de OTE! Após a forte movimentação altista, a XRP entra em uma fase de reequilíbrio técnico. O rastro institucional no gráfico diário nos mostra exatamente onde a oferta está vencendo a demanda no curto prazo. Leitura técnica: 1. Mitigação de Oferta (Seta 1): Notem como o preço testou a Bearish OB (Order Block de Venda) e foi prontamente rejeitado. Essa mitigação confirma que a liquidez de topo foi capturada e os vendedores retomaram o controle. 2. Agressão Vendedora (CVD): O Dashboard do Leviatã CVD confirma o status BEARISH. A agressão a mercado está do lado vendedor, validando a força da correção atual. 3. Alvo: Zona de OTE: O rastro institucional aponta para uma busca de liquidez nos níveis profundos de Fibonacci. A região de OTE (Optimal Trade Entry), entre 0,62 e 0,79 de Fibbo, é o nosso porto seguro para buscar novos sinais de absorção e Whale Buy. Conclusão: O cenário exige paciência. Não se compra faca caindo com CVD Bearish. O objetivo é aguardar a chegada do preço na zona de OTE e monitorar o rastro das baleias para uma possível retomada da tendência macro. Mantenha a disciplina e proteja seu capital! 🔱 Viés de baixa por trunkxpert 0 WEGE3 rompendo a LTB? WEGE3 tenta romper importante LTB. Caminho aberto para o topo histórico? WEGE3 chegou a uma região decisiva após construir fundos ascendentes desde os R$ 35,49. O preço agora tenta superar a linha de tendência de baixa iniciada no topo histórico de R$ 59,74, formando uma grande estrutura de compressão semelhante a um triângulo simétrico. No gráfico diário, o ativo negocia acima das médias de 9 e 21 períodos e recuperou a retração de 61,8% de Fibonacci, em R$ 50,47. Essa faixa passa a ser o principal suporte para validar o rompimento. No semanal, a estrutura também melhorou, com o preço acima das médias e fechamento próximo da LTB. Porém, o Stoch RSI está bastante sobrecomprado, aumentando a possibilidade de consolidação ou pullback antes da continuidade do movimento. 📈 Cenário altista: A sustentação acima de R$ 50,47, seguida do rompimento de R$ 52,20 a R$ 53,00, pode abrir espaço para: R$ 54,50 R$ 56,00 a R$ 57,00 R$ 59,74 ⚠️ Cenário de atenção: Caso o preço retorne abaixo de R$ 50,47, o rompimento poderá se mostrar falso. Nesse cenário, os suportes seguintes estão em: R$ 49,20 R$ 47,61 R$ 46,37 R$ 44,75 Conclusão: WEGE3 a presenta viés altista e tenta confirmar uma mudança estrutural de tendência. A melhor confirmação viria com fechamento semanal acima da LTB e rompimento da região de R$ 53,00, preferencialmente acompanhado por volume. Um pullback respeitando R$ 50,47 também poderia oferecer uma entrada com melhor relação entre risco e retorno. Estudo educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda. Viés de alta por Deguis 0 DIRR3: Bear Flag ou início de reversão? Papel chega a região dec Após uma forte tendência de baixa iniciada na região dos R$ 19,00, DIRR3 encontrou suporte importante próximo de R$ 10,30, nível que coincide com a retração de 78,6% de Fibonacci. Desde então, o ativo vem tentando construir uma recuperação, gerando uma interessante disputa entre compradores e vendedores. No gráfico diário, o movimento recente pode ser interpretado como uma bear flag (bandeira de baixa). O forte movimento vendedor forma o mastro, enquanto a recuperação atual ocorre dentro de um pequeno canal ascendente. Caso o preço perca a região de R$ 10,50-R$ 10,30, o padrão ganharia confirmação e poderia sinalizar continuidade da tendência principal de baixa. Por outro lado, o gráfico semanal apresenta uma leitura um pouco mais construtiva. Apesar da LTB de longo prazo permanecer intacta, o ativo demonstrou forte reação sobre o suporte, acompanhado por aumento de volume e um cruzamento positivo do Stoch RSI saindo da região de sobrevenda. Isso sugere que o mercado pode estar formando uma base para um possível processo de reversão. Cenário Altista 📈 A recuperação ganha força caso o papel consiga superar: R$ 11,35 (EMA 9 semanal) R$ 12,17 (Fibonacci 61,8%) Acima dessa região, os próximos objetivos passam a ser: R$ 13,47 R$ 14,78 O rompimento de R$ 12,17 seria o primeiro sinal técnico relevante de mudança de tendência. Cenário Baixista 📉 A perda de: R$ 10,50 R$ 10,30 confirmaria a leitura da bear flag observada no diário, aumentando as chances de continuação da tendência de baixa e abertura de espaço para buscar níveis inferiores. Conclusão DIRR3 encontra-se em um ponto de definição. O diário favorece uma leitura de continuação baixista através de uma possível bear flag, enquanto o semanal sugere que o papel tenta construir um fundo relevante após o teste do suporte de R$ 10,30. Enquanto o ativo permanecer entre R$ 10,30 e R$ 12,17, o cenário continua indefinido. O rompimento de uma dessas extremidades deverá indicar o próximo movimento direcional mais forte. Região de atenção: R$ 10,30 a R$ 12,17. Estudo educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda. Viés de baixa por Deguis 0 BTC: Possível Correção em Andamento! Como antecipamos em nossa leitura anterior, o Bitcoin iniciou um movimento de correção técnica após atingir zonas de liquidez importantes. O rastro institucional agora desenha a anatomia da exaustão. Destaques do Radar: 1. Padrão OCO (Geometria): Possível formação de um Ombro-Cabeça-Ombro no topo. Este padrão reforça uma possível perda do suporte nos 76k e a mudança de maré no curto prazo. 2. CVD Status (Agressão): BEARISH. Possível confirmação que a agressão vendedora continua dominando o joystick, empurrando o preço para testar suportes inferiores. 3. Alvos de Fibonacci: O preço já rompeu o nível de 23,6% e agora mira a "zona de reequilíbrio" entre 38,2% e 50% de Fibbo. É nesta região que buscaremos novos sinais de absorção institucional (Whale Buy). 4. Tendência Macro: Apesar do recuo, o Dashboard superior indica Tendência EMA: BULLISH. Isso nos mostra que, por enquanto, trata-se de uma correção saudável dentro de uma tendência de alta maior. Conclusão: O momento exige paciência. Não se deve "tentar adivinhar" o fundo. O segredo é aguardar a mitigação das bases de demanda e o sinal de exaustão da agressão vendedora no CVD. Acompanhe o rastro e proteja seu capital! 🔱 Viés de baixa por trunkxpert 1 WEGE3 - O dedo de comprar chega coça Nao tem jeito, ela sempre chama atenção. Sempre que ele passa, todo mundo olha. WEGE caindo 20% e se aproximando de Zona de Inversão de Polaridade. Pra quem gosta de fofoca, tem que ficar de olho na queda da receita do setor de GTD. Pra quem está satisfeito com os quase R$ 1,5BI de lucro, tanto faz. Serasse??? Viés de alta por analisetecnica_simples Atualizado 2 A rejeição no POC mantém o foco na liquidez de baixa Análise Fundamental O ouro continua sendo sustentado por um dólar americano mais fraco e pela procura por ativos de refúgio. No entanto, os preços elevados do petróleo e os rendimentos dos títulos do Tesouro mantêm as preocupações com a inflação em níveis elevados, com os dados de PPI e CPI dos EUA sendo agora os principais catalisadores. Análise Técnica No H1, o ouro foi rejeitado na zona de liquidez de 4.435–4.445 e continua abaixo da trendline descendente. O preço está sendo negociado atualmente perto de 4.380, abaixo do POC em 4.395–4.405, mantendo a pressão de curto prazo bearish. A primeira liquidez encontra-se em torno de 4.375, enquanto o principal alvo de baixa continua sendo 4.340–4.345. Níveis-Chave Importantes 4.435–4.445 — Forte Liquidez 4.395–4.405 — POC / Resistência 4.375 — Liquidez 4.340–4.345 — Principal Suporte de Liquidez Cenário de Trading A prioridade permanece sell em um rebound fraco para 4.395–4.405, seguido por uma confirmação bearish no H1. Target: primeiro 4.375, depois 4.340–4.345. Invalidação: aceitação no H1 acima de 4.405 e da trendline descendente. Visão Geral O H1 permanece bearish abaixo do POC e da trendline. O setup mais limpo é esperar por um rebound em vez de perseguir o preço para baixo, com 4.340–4.345 permanecendo como o principal objetivo de liquidez. O ouro vai retestar primeiro o POC ou fazer um sweep direto da liquidez em 4.340? Viés de alta por Simon_wave 0 XAUUSD — Reação Bullish a Partir do Suporte de Fibonacci Pulso do Mercado O ouro está a receber algum suporte de um dólar americano mais fraco, mas as yields elevadas das obrigações e o petróleo acima de 100 dólares continuam a manter vivas as preocupações com a inflação. O mercado está agora focado nos dados PPI e CPI dos EUA. Estes relatórios poderão alterar rapidamente as expectativas sobre as taxas da Fed e criar uma volatilidade mais forte no ouro. O Que o Gráfico Mostra O XAUUSD está a reagir a partir de uma importante zona de suporte H1 após o último pullback. O preço atingiu a zona OB + liquidez 4.386–4.396, que também se encontra próxima do nível de Fibonacci 0,50 em torno de 4.388. Os compradores estão a começar a reagir a partir desta área. O próximo suporte abaixo encontra-se em torno de 4.376–4.378, onde está o nível de retração Fibonacci 0,618. Se o pullback se tornar mais profundo, a zona de suporte + OB 4.348–4.355 continua a ser a área inferior mais forte. Por enquanto, o gráfico favorece uma recuperação enquanto os compradores continuarem a defender o atual suporte de Fibonacci. A primeira zona de subida encontra-se em 4.408–4.412, seguida pela mais forte zona OB + rejeição 4.424–4.432. Níveis Importantes 4.424–4.432 — OB + rejeição 4.408–4.412 — Resistência de curto prazo 4.386–4.396 — OB + liquidez / Fibonacci 0,50 4.376–4.378 — Fibonacci 0,618 4.348–4.355 — Suporte principal + OB O Meu Plano Principal O cenário principal é bullish. Prefiro observar a zona 4.386–4.396 para ver se os compradores continuam a defendê-la. Se o preço mantiver esta área e surgir uma confirmação bullish, o ouro poderá primeiro recuperar em direção a 4.408–4.412. Um movimento claro acima desta zona poderá abrir caminho para 4.424–4.432. O Que Quero Ver Quero ver o suporte atual manter-se e o preço formar um mínimo ascendente claro. Um rompimento sustentado no H1 abaixo de 4.376 enfraqueceria o setup bullish imediato e aumentaria a probabilidade de um movimento mais profundo em direção a 4.348–4.355. Leitura Final O gráfico H1 mostra uma possível recuperação bullish a partir do suporte de Fibonacci e da zona de liquidez. Por enquanto, prefiro comprar apenas após confirmação a partir do suporte, em vez de perseguir o preço em alta, especialmente porque os dados de inflação dos EUA poderão aumentar a volatilidade. Viés de alta por Audrey_Quinn 0 Descanso... mas nunca esqueca... no TF maior ouro é Alta sempre Ouro se shorta com muito cuidado e cautela... sempre desde sempre ouro é altista. por ebomsernos 0 Regiões Importantes para o WINV26 – hoje, 10/09/2026 Planejamento e Organização -Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)! -As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum. -Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão. REGIÕES IMPORTANTES: Leia todo o conteúdo acima! >Ponto CENTRAL |188.290| -Zona Média SUPERIOR |192.120| Região Superior: 193.320 até 190.920 -Zona Média INFERIOR |184.460| Região Inferior: 185.660 até 183.260 Disclaimer Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade. por nettoalves 0 BCE: Inflação volta a marcar o ritmo na Europa O euro negoceia próximo de máximos de duas semanas face ao dólar, enquanto as bolsas europeias continuam sob pressão, com a subida do petróleo a agravar as preocupações com a inflação. A moeda única e os índices europeus poderão registar maior volatilidade hoje ao início da tarde, com o anúncio da decisão do BCE e a conferência de imprensa de Christine Lagarde. Uma subida de 25 pontos base, que levará a taxa de depósito para 2,50%, já está praticamente inteiramente descontada pelo mercado. A atenção deverá, por isso, concentrar-se nas declarações da presidente do BCE e nas novas projeções de crescimento e inflação. Um tom mais firme do que o esperado sobre o risco de os custos da energia se transmitirem aos salários e aos restantes preços poderá apoiar o euro e aumentar a pressão sobre as bolsas europeias, ao reforçar as expectativas de novas subidas dos juros. Por outro lado, uma maior preocupação com o crescimento poderá reforçar a possibilidade de uma pausa em outubro e dar algum alívio aos ativos de risco, desde que não venha acompanhada de uma deterioração significativa das perspetivas económicas. Henrique Valente – ActivTrades As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing. Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações. Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco. Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso. por ActivTrades 0 XAUUSD — 4,440 É o Portão Bearish XAUUSD — 4,440 É o Portão Bearish O ouro está tentando se recuperar acima de 4,400, mas o gráfico ainda parece um mercado subindo uma ladeira, com vendedores esperando em cada passo. Depois da forte queda a partir da estrutura superior, o preço entrou em um amplo canal bearish e ainda não conseguiu sair completamente dele. O rebound a partir da mínima semanal foi importante, mas apenas levou o ouro de volta para o meio da correção, não para um controle bullish claro. Agora, o preço está em torno de 4,408, abaixo da FVG e abaixo da área de rejeição da trendline, então ainda vejo isso como uma recuperação frágil. Para traders menos experientes, a ideia principal é esta: quando o preço cai forte, o primeiro rebound muitas vezes parece atraente, mas se esse rebound não consegue recuperar o desequilíbrio acima, pode ser apenas o mercado respirando antes que os vendedores entrem novamente. Minha visão principal continua bearish enquanto o ouro permanecer abaixo de 4,440 - 4,460. Essa área é o primeiro verdadeiro portão. Se o preço subir até essa FVG e rejeitar, eu esperaria que os vendedores levassem o ouro primeiro para 4,320, e depois para a zona de liquidez mais profunda em torno de 4,299 - 4,282. Os dados de PPI e CPI podem trazer forte volatilidade, então eu não trataria cada spike como uma reversão verdadeira. O argumento bullish mais limpo só aparece se o ouro romper acima de 4,460, sair do canal bearish e se manter acima da zona de mitigation. Até lá, os rallies ainda parecem vulneráveis. Zonas de preço importantes para observar Zona de reação atual: 4,400 - 4,410 Principal FVG / zona de rejeição: 4,440 - 4,460 Zona de confirmação bearish: rejeição abaixo de 4,440 - 4,460 Primeiro alvo de baixa: 4,320 - 4,300 Alvo principal de liquidez: 4,299.679 - 4,282.969 Premium sell reaction zone: 4,600 - 4,630 Invalidação: recuperação limpa e manutenção acima de 4,460 Você vê esse movimento acima de 4,400 como força real, ou o ouro está apenas voltando para a FVG antes de outro sweep no lado vendedor? Viés de baixa por Felix_MacroTrade 0 Ouro: O PPI define a direção Os dados de emprego não agrícola da sexta-feira passada foram fortes, o que levou o mercado a aumentar a probabilidade de alta de juros em setembro. O PPI dos EUA de hoje e os dados de inflação IPC de amanhã são os fatores-chave que influenciarão o preço do ouro nesta semana. Se os dados de inflação ficarem acima das expectativas, os rendimentos reais dos títulos americanos subirão e exercerão pressão sobre o ouro. Se a inflação arrefecer, o ouro poderá continuar o seu rebote. A longo prazo, as tensões geopolíticas persistentes no Médio Oriente sustentam o ouro através de compras de ativos de refúgio. As compras contínuas de ouro pelos bancos centrais mundiais constituem o suporte de base para esta grande alta do ouro. A curto prazo, a movimentação dos preços acompanha principalmente as flutuações do dólar americano e dos rendimentos dos títulos. A zona de resistência superior situa-se entre 4430 e 4440, com forte resistência nos níveis 4460 a 4470. A dinâmica altista só conseguirá buscar novos máximos se o ouro se mantiver firmemente acima de 4440. O suporte a curto prazo está entre 4380 e 4390, e o suporte crítico no nível 4350. Uma quebra abaixo de 4350 romperá a estrutura deste rebote e provocará uma queda adicional no preço do ouro. O ouro está atualmente a negociar no intervalo 4380–4440. É aplicável uma estratégia de negociação em faixa: vender alto e comprar baixo. Tanto os altistas como os baixistas aguardam a publicação do PPI para obter sinais de direção. Os dados ampliarão a volatilidade do mercado. Recomenda-se reduzir as posições ou sair das operações duas horas antes da divulgação dos dados para evitar riscos. Após a publicação, negocie seguindo a tendência. 🥇 Forneço análises objetivas do mercado todos os dias. por gpvsag Atualizado 1 Ver mais publicações … 999 999
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